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Notícia | Entrevista

Publicada em 07 de fevereiro de 2019 às 22h51

Enderson cita necessidade de correções após derrota na Fonte Nova

Treinador detecta a falta de eficiência no ataque como principal problema do time

Victor de Freitas

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Fonte: Felipe Oliveira / EC Bahia

O Bahia perdeu seu segundo jogo em casa na temporada de 2019, desta vez por 1 a 0 para o Liverpool-URU, no primeiro jogo da Sul-americana. Após a partida, o técnico Enderson Moreira avaliou o desempenho de seus atletas ao longo dos 90 minutos na Fonte Nova.

Em meio à primeira sequência negativa na temporada, Enderson Moreira admite ver a necessidade de realizar correções na forma de jogar que tem sido aplicada nos últimos jogos. Apesar de ter presença constante no campo de ataque, a equipe tem tido dificuldade para marcar os gols.

“Eu acho assim: desde o começo, quando começamos, a gente percebe o entusiasmo de muitas pessoas em cima do que ainda não foi feito. Temos uma base, acho que o time tem uma forma de jogar, a gente tem conquistado oportunidades, mas faltam ajustes. A gente está tentando no dia a dia colocar uma equipe da melhor forma possível”, avaliou o técnico.

Mesmo com uma derrota na Fonte Nova, Enderson se mantém confiante em uma virada fora de casa.

“É uma vantagem que eles abriram, mas a gente tem condição de reverter. Tenho confiança, acredito no grupo, creio no que eles podem dar de resposta. Não é um tabu jogar fora de casa. A gente podia ter ganho aqui e perder lá. A gente perdeu aqui, mas pode vencer lá. Isso vai de proposta. Eles souberam jogar aqui. Vamos saber jogar lá também”, disse o treinador”, falou o treinador do Esquadrão.

O treinador também reconhece que seus jogadores tiveram dificuldades em furar a retranca montada pelos uruguaios.

“Eles jogaram da intermediária para trás. Estava difícil de movimentar, conseguir jogar pelos lados. A gente achou interessante ter mais um atacante na área, já que os cruzamentos estavam acontecendo. Não poderia ser só isso. Tentamos entrar pelos lados, mas o adversário se fechou. Eles defenderam bem, tiveram méritos e a gente não foi eficiente no que fizemos”, disse.

Falta capricho nas finalizações

“Queria chegar aqui e falar que fizemos um péssimo primeiro tempo, não jogamos nada no segundo. Até justificaria. Não posso falar isso. Acho que a gente poderia, nos movimentos de cruzamento, criado algumas situações um pouco diferentes. Mais capricho na finalização. A gente finalizou muito em cima do goleiro e muito para fora. Sempre falo que a diferença do jogador de alto nível é quando ele consegue chutar no gol. Chutar para fora, qualquer um chuta. Às vezes é do aspecto emocional”.

Dificuldades no ataque

“Não consigo identificar o que pode ser. O que acontece é que quando você vai tentando, tentando, tentando, construir, é muito o desgastante. Tem que fazer muitas movimentações, tentar encaixar. Fica complicado em termos físicos. Você tem que conseguir converter. Infelizmente a gente não conseguiu fazer. E a gente vacilou num lance, falta de concentração, de achar que o adversário não iria chegar nunca. A gente foi disperso ali”.

Time para o jogo de domingo contra o Jacobina

“A gente já percebeu que três ou quatro jogadores estão muito desgastados, tem que esperar um pouquinho. Algumas modificações serão feitas. A gente sabe muito bem que serão jogos decisivos. A gente precisa do resultado, não só na quarta, mas no domingo”.

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