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Notícia | Entrevista

Publicada em 25 de abril de 2018 às 11h11

Presidente revela teto salarial do Bahia e sondagens a jogadores

Bellintani reafirma busca por oportunidades no mercado; Copete foi descartado por alto custo

Victor de Freitas

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Fonte: Felipe Oliveira/Divulgação/ECBahia

O mercado de transferência está aquecido após o início do Campeonato Brasileiro, com chegadas e saídas em clubes. O Bahia está atento em busca de novas contratações, mas mantém uma postura criteriosa. Com um teto salarial de R$ 150 mil, o clube está tenta acertar com atletas que cheguem para somar em qualidade e não apenas em quantidade no elenco e custo na folha mensal.

Em entrevista à rádio Itapoan FM, o presidente Guilherme Bellintani confirmou o teto salarial imposto pela diretoria nesta temporada.

Bellintani falou sobre sondagens feitas a jogadores nesta última semana, entre eles o atacante Copete, do Santos, e o meia Felipe Gedoz, do Atlético-PR. O colombiano ultrapassava o limite financeiro do Bahia, enquanto o segundo não será liberado de seu clube. Ambos se encaixariam no quesito "oportunidade de negócio".

"O Copete foi pontuado. Chegamos a uma rápida sondagem. O salário dele e valores que foram pedidos de luvas estão acima do teto do clube e, por isso, descartamos logo. O Bahia tem um teto, hoje, de no máximo R$ 150 mil. Nossa folha, hoje, gira em torno de R$ 2,7 a 2,8 milhões. O Gedoz, hoje, não está disponível para negociação e, por isso, não avançamos. O Atlético-PR, hoje, não libera ele. Pode ser que amanhã venha a liberar, mas por enquanto não libera", explicou o presidente.

Em uma análise sobre o elenco tricolor, o presidente diz não ver como necessidade a contratação de mais um meio-campista. Ele reafirma atenção no mercado em busca de uma oportunidade que venha para agregar e não apenas para gastar dinheiro.

"Em janeiro contratamos 11 jogadores. Hoje, temos três meias de bom nível no elenco. Temos Vinicius, Régis e Allione. Não acho que, hoje, caiba mais um meia no Bahia. Não temos urgência, nada para que seja feito às pressas. Contratação nem sempre resolve. O que a gente vê, é que clubes que contratam 20, 30 jogadores por temporada não têm resultado no final. Estamos investigando o mercado, atentos a uma boa oportunidade. Já citei Ronny, por exemplo, que foi do Cruzeiro. Surgiu uma oportunidade e nos interessava. Enviamos um emissário até o Japão para negociar, mas infelizmente não foi possível. Temos limitações orçamentárias e não podemos fazer loucuras, gastar dinheiro à toa", destacou.

Nas últimas semanas, o Bahia tem acertado contratações para o time sub-23, mas que podem ganhar chance entre os profissionais em eventualidades.

Flávio, Fernando Castro e Ítalos são atletas contratados acima de 20 anos. Já Ferrugem, Madalena, Weslen Jr. e Saldanha estão atuando primeiramente no time sub-20.

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