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Notícia | Entrevista

Publicada em 21 de agosto de 2017 às 23h06

Jorginho elogia direção do Bahia, mas vê demissão como "precipitada"

Para o treinador, sua demissão foi "desnecessária e precipitada"

Victor de Freitas

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Fonte: Felipe Oliveira/Divulgação/ECBahia

Na noite desta segunda-feira (21), o ex-técnico tricolor Jorginho falou sobre sua saída do Bahia pela primeira vez desde sua demissão, no final de julho, após uma série de resultados ruins dentro de casa.

Um dos convidados do programa Bem Amigos, do SporTV, Jorginho fez elogios à direção tricolor, no quesito administrativo, mas lamentou o fato de ter sido demitido, em sua opinião, de maneira "desnecessária e precipitada". O treinador também citou como exemplo a ausência de ex-profissionais do futebol em cargos diretivos dos clubes como um dos motivos para sua saída.

"Fiquei exatamente dois meses no Bahia, mas eu tenho um respeito muito grande por que, administramente lá, o presidente e o vice-presidente são excelentes. O Marcelo (Sant'Ana) e o Pedro (Henriques) são muito bons. Zeraram tudo do Bahia, pagam direitinho. Estão me pagando, pagaram o Doriva... Mas, para tomar uma decisão como esta, precisavam ter alguém do lado deles do nível do Muricy (ex-técnico e atual comentarista do SporTV), mas estas pessoas se perdem no futebol e fazem falta", disse 

(...) E por isso eles (diretoria) tomam essa esse tipo de decisão desnecessária, precipitada. Saí para ganhar do Atlético Mineiro lá. Depois saí, perdi por 3 a 0 para o Santos. Voltei e perdi para o Sport e fui demitido. Eu nem cheguei a conhecer todos os jogadores. Alguns jogadores como o Yuri, volante que é muito bom jogador, mas eu não cheguei a ter oportunidade de trabalhar com este jogador no jogo. Então muitas vezes (diretores de clubes) tomam decisões pelas mídias sociais, como o Milton Mendes no Vasco...", acrescentou.

O principal motivo para a demissão de Jorginho foi o fato de ter vencido apenas dois jogos em sete comandados em Salvador. Com Preto, o Tricolor venceu as duas últimas partidas na Fonte Nova.

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