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03/08/2012 - 15h20

Meia prega união: "Uma andorinha só não faz verão"

Da Redação



Foto: Divulgação/ecbahia” width=

Ausente dos últimos jogos contra o Palmeiras, Corinthians e São Paulo, o meia Mancini finalmente voltará domingo, contra o Grêmio, no Olímpico. Na saída do treinamento o jogador foi entrevistado pela imprensa que cobre o clube, comentou o que espera do próximo jogo e analisou o elenco tricolor.

“Posso dizer que vai ser um jogo difícil, todos sabemos. O Grêmio está no embalo, entre os quatro melhores da competição. Mas o Bahia tem que pensar em vencer, por que nossa situação no campeonato é muito incômoda. Caio chegou com sua filosofia e estamos procurando assimilar seu trabalho para que as coisas possam melhorar para o Bahia”, falou sobre a próxima partida.

Na quinta-feira, o lateral Ávine, em coletiva no CT, falou que falta cobrança entre os jogadores, no entanto não é o que o meia pensa. Perguntado sobre o assunto, Mancini respondeu que o grupo sempre se cobra.

Confira a entrevista cedida pela assessoria de imprensa do clube:

“Ainda não li. Estou sabendo por você. No dia a dia a cobrança sempre existiu, desde que cheguei no Bahia durante a semana, nos treinamentos, a gente sempre se cobra. O fato é que quando a situação não tem triunfos, aparece um monte de coisa. Começa a falar que o grupo está rachado, que um ta saindo , que outro ta saindo. Mas quando se ganha é diferente. Somos jogadores maduros, rodados. Somos profissionais. Acho que é começar a vencer. Se isso acontecer as coisas se acalmam e as fofocas acabam todas”.

Contratado no dia 16 de junho, o meia já jogou seis vezes pelo Esquadrão e ainda não sabe o que é triunfo. Questionado se ainda pode melhorar o rendimento ele respondeu: “É claro que quando você é contratado e as coisas não vão bem a primeira culpa vem em cima dos que são contratados. É assim com Mancini, é assim com Kleberson. Assumo essa responsabilidade. Fiz seis jogos com o Bahia, e tem dois que foram abaixo da média, contra o Fluminense e contra o Botafogo. Tenho ciência de que posso render mais, como todo o grupo tem essa ciência. Uma andorinha só não faz verão. Preciso melhorar minha produtividade, mas preciso da ajuda do companheiro para que tudo corra o melhor possível”.

Antes de finalizar, Mancini ainda declarou que acredita no grupo e que a saída é a superação.

“Levantaria a mão agora e sairia do Bahia se o grupo não tivesse capacidade de reagir. Eu vejo neste grupo qualidade, vejo neste grupo jogadores que querem. Depende só da gente superar todo esse momento difícil, da impaciência do torcedor, das críticas da imprensa. Acho que tudo isso faz parte do futebol. Acho que tem que ter culhão, encarar a situação de frente, não ter medo e só assim poderemos sair dessa situação".

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